Dra. Gabriela ASK Santaroza
Transformar um método de gestão de clínica em um evento presencial de dois dias — e vendê-lo para médicos que não se reconhecem na linguagem do mercado de cursos. A virada foi de posicionamento: parar de tratá-los como alunos e chamá-los pelo que são, empresários da saúde. Uma pesquisa com 274 leads reordenou a campanha inteira ao mostrar que a dor principal era vendas e marketing, não operação — o oposto do que a categoria costuma prometer.
Destaques Recentes
6 casosGestão em Saúde
3 casosGestão Empresarial
1 casoServiços Financeiros
1 casoComunicação e Oratória
2 casosEducação
3 casosEmpreendedorismo
3 casosNegócios Locais
1 casoInvestimentos
1 casoEsportes
1 casoPediatria
1 casoFitness
1 casoDesenvolvimento Pessoal
1 casoBárbara Torres
Resumo
Dois produtos que parecem vizinhos e não são: um resolve o que dizer, o outro resolve como dizer. Separar isso na comunicação foi metade do trabalho — quando os dois falam com a mesma voz, um canibaliza o outro. O trabalho começou por pesquisa, não por texto: dores reais do público, benchmark da categoria e análise de funil de cada produto separadamente, para entender onde cada um perdia gente.
Peças entregues
- 01Territórios distintos para dois produtos
- 02Tom de voz e cartão de marca para o time
- 03Pesquisa de dores e benchmark de categoria
- 04Plano estratégico de comunicação
- 05Diagnóstico de funil por produto