Dra. Gabriela ASK Santaroza
Transformar um método de gestão de clínica em um evento presencial de dois dias — e vendê-lo para médicos que não se reconhecem na linguagem do mercado de cursos. A virada foi de posicionamento: parar de tratá-los como alunos e chamá-los pelo que são, empresários da saúde. Uma pesquisa com 274 leads reordenou a campanha inteira ao mostrar que a dor principal era vendas e marketing, não operação — o oposto do que a categoria costuma prometer.
Destaques Recentes
6 casosGestão em Saúde
3 casosGestão Empresarial
1 casoServiços Financeiros
1 casoComunicação e Oratória
2 casosEducação
3 casosEmpreendedorismo
3 casosNegócios Locais
1 casoInvestimentos
1 casoEsportes
1 casoPediatria
1 casoFitness
1 casoDesenvolvimento Pessoal
1 caso+A Educação
Resumo
Uma operação de educação de grande porte produz copy o tempo todo, em três modelos comerciais que quase nunca conversam entre si — lançamento, perpétuo e e-commerce. O problema não era falta de gente escrevendo: era cada frente escrevendo de um jeito, com padrão próprio e sem critério comum. Fui chamado como consultor sênior para resolver a capacidade, não a demanda.
Estruturei o playbook de copy da operação — processo de briefing, critério de qualidade e referências — de forma que o padrão vivesse no documento e não na cabeça de uma pessoa. Em paralelo, liderei seis meses de treinamento do time interno, com foco em integração entre inteligência artificial e escrita persuasiva, em 2022, antes de o assunto virar consenso de mercado. E atuei como consultor estratégico no desenvolvimento das campanhas de aquisição, garantindo que as três frentes soassem como a mesma empresa.
Peças entregues
- 01Playbook de copy: processo, critério e padrão
- 02Programa de treinamento e capacitação do time interno
- 03Integração entre IA e escrita na rotina de produção
- 04Direção estratégica de campanhas de aquisição
- 05Consistência de voz entre lançamento, perpétuo e e-commerce