Quem é Vinny Reis
Trajetória
Meu nome é Vinny Reis. Sou formado em Comunicação com habilitação em Produção Cultural pela UFBA — e é dali que vem a parte do meu trabalho que as pessoas menos esperam de um copywriter. Produção cultural é o ofício de fazer projeto acontecer: conceito de um lado, equipe e verba curta do outro, data marcada no meio. Você aprende cedo que uma boa ideia que não vira execução não é uma boa ideia. Sigo fazendo a mesma coisa há nove anos. Mudou só o que sobe no palco.
Trabalho nos dois polos que normalmente vivem separados: a criação de marca — conceito, manifesto, tom de voz — e a copy que precisa provar que funcionou nesta semana. Marca sem performance é ensaio. Performance sem marca é aluguel. Na prática, isso significa que eu não entrego texto: entrego a decisão inteira, num formato que designer, videomaker e gestor de tráfego executam sem precisar me perguntar nada. A ideia central, o briefing visual com o que usar e o que evitar, o roteiro com a cena marcada, o critério de sucesso. Este ano liderei campanhas de evento ponta a ponta — da página de captura ao motion, da régua de WhatsApp à pesquisa de satisfação depois que as luzes apagaram.
Antes disso estruturei do zero a área de copy de uma grande operação de educação digital e formei mais de 1.300 profissionais, o que me obrigou a transformar intuição em método. Foi o que mais mudou minha forma de liderar: hoje invisto no briefing, não na reescrita — se eu reescrevo o trabalho do outro, viro gargalo e ninguém aprende. Também construí ferramentas de produção com IA que deixam um time testar dez versões de um roteiro onde antes testava duas, com a voz da marca travada. Nove anos, mais de 120 projetos, 20 setores, R$ 40 milhões gerados. Sou de Salvador, e sou a pessoa que sempre acaba responsável por explicar a estratégia quando a sala não entendeu o slide.
No que trabalho





















